miércoles, 8 de septiembre de 2010

Standby

O tempo passa muito rápido. E num desejo de dar maior ênfase a esta velocidade, dizemos que o tempo voa. É como quando estamos parados numa estação e um trem passa sem parar. É um momento. É intenso e arrebatador. E não necessariamente devemos criar mil acontecimentos como quem relaciona isto com aproveitar a vida avidamente, mas a vida torna-se interessante se nos permitimos ter mil coisas a serem sentidas.
Às vezes tentamos nos convencer que determinadas coisas já não são mais para a nossa idade. E por que isso? Como se estivesse escrito em algum lugar até que idade se pode fazer tais coisas. Faz pouco estive em um aniversário em que a pessoa comemorava os seus 56 anos. E ele disse à mesa: “Eu estou na metade da minha vida”. E o disse muito convincente e com alegria. Logo, continuou: “No ano passado eu também estava na metade da minha vida. Ano que vem também vou estar. Seria muito chato se eu vivesse a vida contando quanto me faltaria. Eu não viveria da mesma maneira. Por isso, eu sei que estou na metade da minha vida.” Então? Alguém me (te) ousaria dizer que não estou (estás) na idade para realizar uma vontade minha (tua)? Sabem aquele trem veloz que passa como o tempo? Mais vale a pena estar dentro dele. Eu resolvi mais uma vez entrar no trem. Estou deixando Barcelona em standby e estou indo para a Inglaterra. Isto mesmo! Estou indo para Brighton! :)
Then... see you later!

viernes, 3 de septiembre de 2010

O Retorno de Venvai...

Hummm… Reconheço que sumi de novo. Uf, a pessoa quer fazer mil coisas ao mesmo tempo e na verdade não dá conta de tudo! Poxa! Conferindo aqui, a última vez que escrevi foi em abril! Ui! Sem comentários...
Realmente mil coisas aconteceram nestes quatro meses. Alguns outros almoços que acabei não relatando antes; a minha mudança de apartamento (casa nova, vida nova... isto dá tema para um novo texto); trabalhos; praia; o convívio com um novo grupo, os “Castelleres” (isso é mais um tema para outro texto, claro), que me trouxeram mais novas amizades; e novas perguntas que ando me fazendo...
E, primeiro, para não ficar pendente, vou relatar aqui nossos almoços posteriores aos descritos aqui. Que na verdade faz muito tempo que fizemos, mas antes tarde do que nunca, não é?
Relato aqui quatro almoços: convivendo com o mundo marinho, entre camadas e queijos, peixada da Ju e batatas recheadas com camarões.


Convivendo com o mundo marinho
No fim de semana do dia 18 de abril (ai, sem comentários sobre o atraso...) fizemos um almoço tão completo que com medo de que faltasse comida, entrou um yakissoba no meio! Nem preciso dizer que exageramos... Normal.
Fizemos “mexilhões com molho branco” e “endívias com camarões a la belga”.
Um dos momentos mais agradáveis de cozinhar é o prévio à preparação das refeições. O que eu falo é sobre a ida ao mercado, o que realmente é um passeio fantástico! O mundo inimaginável dos mercados! O Sergio e eu fomos até lá e percorremos seus corredores à procura dos mexilhões em meio ao que os nossos olhos iam encontrando e se encantando através das variedades, cores e burburinhos das senhoras e senhores com seus carrinhos de compra, num lugar onde o tempo para e devemos, sim, desfrutar do passeio e da experiência dos que vivem e convivem em um mercado. Ficamos numa “fila” em uma grande peixaria. As funcionárias trabalhavam agilmente, não deixando de serem atenciosas e ao mesmo tempo explicando a todas as dúvidas dos clientes. Tudo é muito sociável. Cada pessoa que chega pergunta aos demais quem é o último e a fila é na verdade um aglomerado de gente olhando para a banca de peixes como se estivessem vendo um partido do Barça... E todos compartem este momento de espera. Percebemos que o fim de semana é realmente a ocasião das avós e dos avôs prepararem os grandes almoços em família. E a quantidade de pedidos de diferentes tipos de mariscos é impressionante, tanto que o Sergio e eu ficamos imaginando o que elas cozinhariam e cogitamos pedir a uma das abuelitas para irmos até a casa dela e desfrutar de um saboroso almoço caseiro. Ai que vontade!
Quando chegou a nossa vez, pedimos os mexilhões. Por primeira vez, comprávamos mexilhões. Alegremente, a vendedora nos explicou como conservá-los na geladeira para que eles fossem preparados no dia seguinte.
E no domingo, na hora do Sergio lavá-los... Descobrimos que eles estavam vivos! Sim!!! Nós não sabíamos desta surpresa! À medida que o Sergio ia lavando os mexilhões, eles se sentiam atacados e fechavam vagarosamente suas cascas! Caraca! “E vocês vão comer isso?” dizia a Nayara. Hehehe Sim! Comemos! E estavam ótimos. E além dos mexilhões, preparei um prato com endívias (acho que eu nunca comi isso no Brasil, não lembro bem...) que levavam camarões e um molho muito saboroso. Também entrou o maravilhoso Yakissoba que a Juliana fez. O almoço foi realmente substancioso!
E de sobremesa, a Nayara fez uma maravilhosa torta que eu nunca me lembro o nome, mas servem vários: vestido colorido, vestido de noiva, maravilha de morango e outros que também estão valendo. É feita com leite condensado: uma camada de brigadeiro, uma de leite condensado sem chocolate e morangos!!! De-li-ci-o-sa! E ainda mais com um toque muito especial da Claudia... Assim como da outra vez eu derramei todo o suco que eu tinha feito e deixei todo mundo de água na boca, desta vez também fiz uma... E das piores! Querendo ajudar a ajeitar a cozinha, resolvi guardar as coisas no armário... E bem na hora em que a Nayara acabava de preparar a torta, ao colocar um copo dentro do armário, bem sobre o prato do doce... Coloquei mal o copo e ele veio, com toda a força da gravidade e caiu do lado do prato, estourou - claro! – e mil caquinhos se foram para todos os lados! Inclusive na tortaaaa!!! Que ódio que me deu! Foram pouquíssimos segundos, mas pareceu muito mais... Eram os três, a Nayara, o Sergio e eu, olhando para a torta com decepção e pensando “Não vai dar pra comer... Putis, mas de repente dá pra comer!” E na real eu acho que a Nayara também pensou: “Eu vou matar a Claudia!” Hehehe Resumindo, fizemos uma operação resgate de caquinhos que foi finalizada com uma análise da capa superior com uma lanterna: “se não brilhar nada é porque já não tem mais caquinhos” – operação do Sergio. O almoço foi delicioso! E na hora da sobremesa, comemos a torta tirando a camada de cima, mas o Sergio comeu como estava... Feliz dele que saboreou tudo e nada aconteceu com ele! Hehe







O almoço do dia 24 de abril foi o... Entre camadas e queijos
Este almoço foi ótimo, mas não teve nada de muito especial para ser relatado aqui como foi no anterior. Fizemos uma “lasanha de tomate e mussarela”. De entrada, tivemos uns canapés (palavra chique, né?) com molho de azeitona preta decorados com tomate. E para acompanhar, uma salada verde básica. Após o almoço, reinou um excelente café feito pela Juliana... Decorado com chantilly, chocolate líquido e o acompanhamento de uma bolachinha. Delicioso de verdade!





Peixada da Ju
Também deixo aqui registrado o almoço do dia 09 de maio em que a Juliana preparou para todos nós do apartamento uma peixada! A Ju é de Recife e este é um prato que se come bastante lá. Só posso dizer que é maravilhoso mesmo! A peixada foi acompanhada de arroz e pirão! Estava com um toque docinho, com leite de coco, que a Juliana achou que estava mais doce do que o normal, pois aqui é difícil encontrarmos exatamente os produtos como estamos acostumados. Eu que sou um avestruz e além disso adoro doce com salgado, comi e repeti! No almoço e depois... hehehe



Batatas recheadas com camarões
Este foi o almoço do dia 15 de maio. Este foi um almoço em que não estávamos todos em casa, mas que eu estava com tanta vontade de preparar que lá fui eu para a cozinha com a ajuda do Sergio. Fizemos batatas recheadas com cebola, tomate, pimentão e camarão. Ficou ótimo! Bem modesta... hehehe!



E por aí acabaram nossos almoços coletivos no apartamento (piso, como dizemos aqui) da Pisuerga... No final de julho deixamos o “piso”, mas aqui e nas nossas memórias ficam as nossas lembranças. Hummm... Faltou falar das nossas sessões de cinema Jacques Tati com pão de queijo feito pelo Sergio! Não é mesmo, Sergio?

miércoles, 21 de abril de 2010

Tanta ganância que nem dá pra acreditar...

Em dias de feriado, nada melhor que retomar a história e relembrar o que de fato estamos “comemorando”. Ou quiçá relembrar porque hoje agradecemos por termos uma folguinha do trabalho – para vocês que estão no Brasil, claro.
Hoje parei para ler mais algumas páginas do livro “Las Venas Abiertas de América Latina” do Eduardo Galeano que até então era livro na fila de espera e faz pouco se tornou o livro que me acompanha. E curiosamente as páginas que li faz pouco falam da grande fase de Ouro Preto e demais cidades mineiras. Delírio e esbanjamento como diz o autor. A tão imponente “idade do ouro” moveu trezentos mil portugueses para esta região e nada mais nada menos que dez milhões (sim!) de negros trazidos de Luanda, Angola e da costa da Guinea para servirem aos senhores mineiros - como uma maneira mais delicada de dizer escravidão. A busca insaciável do ouro e logo depois dos diamantes - que antes eles pensavam que eram apenas “pedras cristais” – levou a uma ambição incalculável onde valia comprar negras para servirem de amantes, negros mais vigorosos para que suportassem mais tempo de trabalho dia e noite e sem deixar de esquecer uma recompensa - em ouro, claro - a quem retornasse a cabeça cortada de um escravo que resolveu escapar. Ser padre era uma desculpa para usurpar ouro de uma maneira mais fácil já que em 1705 não havia um que realmente estivesse “disposto a interessar-se pela fé Cristiana do povo” como cita Galeano. Tal fato estava sendo tão descarado que a “nossa cabeça”... ops, a Coroa, proibiu a fundação de qualquer outra ordem religiosa na região.
Riqueza súbita, luxúria, cobiça. Fortunas, vida pecaminosa, ganância. Do outro lado da moeda, fome, trabalho desumano, desrespeito e submissão. Minas de ouro como locais de suor, terra úmida e fria, trabalho constante, doenças e morte. Morte de muitos para delírio de poucos. “A maior quantidade de ouro até então descoberta no mundo foi extraída no menor espaço de tempo.”
O mais curioso de tudo isto é que todo o ouro levado daqui para a nossa Coroa na verdade só ia de passagem, pois seguia caminho para a Inglaterra em troca de tecidos (ô troca sem vergonha, hein! Até parece um programa que eu me lembro... “Quer trocar isso por isso?” “Siiim!”). Tudo isto se deveu ao Tratado de Methuen que Portugal firmou em 1703 com a Inglaterra. Ouro este que ajudou os ingleses, de maneira considerável, a investirem em desenvolvimento industrial e no setor manufatureiro, coisa que o Brasil tinha a faca e o queijo na mão para poder realizar, mas... Posteriormente, isto ajudou muitíssimo a que a Inglaterra pudesse enfrentar Napoleão, tudo graças a Portugal. Conquistar era uma coisa, ser esperto em cima das conquistas dos demais já era outra. Mas mesmo assim, no Convento de Mafra em Portugal brilha o ouro de Minas Gerais.
E por trás de toda este panorama está José Joaquim da Silva Xavier, o “Tiradentes”, que junto com demais inconfidentes lutaram pela independência desta região, tendo em troca ser enforcado, mutilado e ter as partes do seu corpo expostas em diversas cidades. Era o poder reafirmando suas forças perante as rebeliões. Mas o que vale é relembrar sua luta constante pelo povo de Vila Rica.
O que falo aqui não é assunto novo nem tampouco fato para ser rememorado com intuito rancoroso. Mas sim faz parte de uma história que devemos "re-conhecer". E lembrar que uma luta contra a submissão é direito de qualquer povo. Talvez a nossa antiga Coroa admirasse tanto fazer pactos de maneira gananciosa com demais potências que resultou em presentear suas conquistas. Como o velho ditado que diz: “entregou o ouro para o bandido.” Bandidos e bandidos... Cada um da sua forma, mas na esperteza ainda não sei se “ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”, mas que tem uns bons anos de vantagem tem sim. E da próxima vez não vale faltar à aula de estratégias de governo.

Claudia Etchepare

Citações do livro: As Veias Abertas da América Latina, Eduardo Galeano

lunes, 29 de marzo de 2010

Salmão, coisa chique!

Seguindo a empolgação de comer bem no sábado, este fim de semana caprichamos! Fizemos paquetitos de salmón con salsa tártara (pacotinhos de salmão com molho tártaro) e de sobremesa peras cocidas con miel, limón y especias (peras cozidas com mel, limão e especiarias). Não preciso dizer que foi muito bom, né? E nem preciso comentar que agora sim me lembrei de tirar fotos!





Além disso, a sensação da cozinha agora é o liquidificador que eu comprei! Neste sábado, junto com o almoço, eu fiz um suco... Ele aparece bem bonito nas fotos, na jarra do liquidificador. Só nas fotos, porque deu um pequeno probleminha... Fui colocar de novo na base pra bater, já que tinha ficado muito espesso, e tive a capacidade de, ao girar para tirar a jarra da base, ver o suco inteirinho se esvair por baixo... Aaaaahhhhh!!! Ficamos sem suco... Mas de tarde voltei no super e comprei o que faltava pra fazê-lo de novo e assim tomarmos. Eu sou teimosa! Hehehe
A receita do suco é: 4 kiwis, 200gr de abóbora - pasmem! -, 1 banana e água... E ficou ótimo!

P.S.: Atenção... devido ao grande número de solicitações para comparecimento nos nossos almoços, favor avisar com antecedência para uma reserva prévia... A agenda dos sábados está lotada! Hehehe
Beijos!

domingo, 28 de marzo de 2010

Vai uma sopinha aí?

Ter mais tempo livre faz com que a pessoa se dedique a coisas que são do seu agrado. Assim, comecei a me dedicar à realização de pratos diferentes no que diz respeito à culinária. Isso vem acontecendo desde que vim pra cá pra Barcelona. E no último mês me surgiu a idéia de começar a preparar pratos de uma determinada revista que compro aqui e que são receitas muito boas! O Sérgio, que mora comigo aqui no apartamento, também se empolgou com a idéia e começou a participar. Por isso, de tanto em tanto vou ir postando nossos deliciosos e novos pratos. Isto não vai se tornar um blog como o da Julie do filme Julie & Julia, afinal isso vai ser feito somente nos sábados e não diariamente (o que não quer dizer que eu não cozinhe quase todos os dias, normal) e, além disto, aqui no blog eu escrevo de tudo um pouco.
Há uma semana eu preparei uma sopa creme de alho-poró com amêndoas e depois fizemos trutas com limão e amêndoas também. Acho que a fome era tão grande que sentamos para comer e me esqueci de tirar as fotos do peixe! Só me lembrei da sopa que como ainda não estava pronta, comemos depois.



Ficou tudo muito bom! O detalhe é que na receita do peixe dizia para preparar quatro trutas, o que seria uma receita para quatro pessoas. Fizemos quatro, sim. E comemos duas cada um! Hehehe Ou comemos muito ou eles que se enganaram na proporção...

miércoles, 3 de marzo de 2010

Um Ano Saudável

Explico a vocês que estou em um processo bastante interessante que me surgiu com maior intensidade há poucas semanas desde que cheguei aqui. Alguns exageros alimentares realizados na América Latina durante as semanas festivas do final do ano passado, orgias alimentares nestes países tão ricos em culinária, me levaram a uma reflexão no meu modo de alimentar. Esta reflexão – realmente profunda! – me geraram tais alterações que, após afetar o campo alimentar, também afetou meu campo espiritual de maneira fantástica! E como tudo não deixa de ser uma rede de energia quântica, muitas mudanças vêm se produzindo em minha vida.

Minha alimentação passou a ser de “Eu como verduras, mas não vou deixar de comer aquelas “patatas bravas.” e “Uma friturinha de vez em quando não faz mal!” para a frase “Pára tudo e repensa agora, porque tem uma parte do corpo que já está reclamando! E feio!” Quando tomei tal decisão, comecei a mudar no exato momento. Qualquer mudança que você realmente queira fazer em sua vida deve se realizar no agora. Deixar pra segunda não é realmente um desejo de mudança, ainda mais em situações que atingiram o ponto ápice do caos. E numa fissura sobre o assunto, iniciaram-se as mudanças...

A partir daquele dia, minhas visitas começaram a ser mais freqüentes à quitanda – e eu sempre usando a palavra “fruteira”... Nada como consultar o amansa burro de vez em quando - e na fantástica loja de produtos naturais que eu encontrei a uma meia hora daqui de casa, caminhando. Alimentação saudável unida à caminhada saudável.

Fantástico como se alterou todo o meu foco de atenção sobre como me alimentar melhor! Sim, parei de comer carne vermelha e frango (processo este que vem desde o ano passado, embora em alguns momentos eu lute bastante contra o desejo de comer “embutidos” - presunto cru, lingüiça, estas coisas...). Agora como fibras, mais verduras, legumes e frutas! Sim, frutas! Comecei na insistência, pois eu as achava muito simpáticas, gostava do gosto, mas era muito preguiçosa na minha relação com elas. Hoje desejo comer frutas! É realmente inacreditável! E tudo isto é verdade! Em 15 dias minha alimentação alterou mesmo, radicalmente! O que não faz a fissura pelo tema! Cheguei ao ponto de, outro dia em um restaurante, olhar para a mesa de um casal ao lado e ver um prato com as tais “patatas bravas” (batatas cortadas em quadradinhos e fritas) reluzindo com sua gordura radiante e mais dois “bocadillos” (sanduíche com pão de baguete) em que o que estava dentro pareciam ser “tortillas” (omelete com batatas) beeem engorduradas. A minha reação imediata foi: “Arghhh! Como é que podem comer toda esta gordurela?” E não é que me deu nojo mesmo? Nenhuma vontade de me afundar num prato de fritura...

E em um contínuo processo de mudanças, senti a necessidade de fazer algo que sempre gostei e que antes eu praticava: meditação. Tal influência também se deve à minha amiga Ana Carla, a mais nova garota Vipassana. Ano passado eu já vinha realizando esporadicamente e agora tento incorporá-la cada vez mais à minha vida. Espero que eu consiga manter, já que um cuidado espiritual é importante dentro da minha nova visão sobre as coisas.

Preciso citar outra questão bastante importante neste processo que foi o livro “Comer Rezar Amar” que a minha amiga Marion me deu de presente. Li o livro – ou melhor, devorei - quando cheguei aqui em Barcelona e ele também fez parte destas e de outras várias mudanças. Todas divinas. E a cada dia que passa mais coisas novas aparecem. Tudo evolui, tudo muda. Quem sabe mais adiante não entro em um curso de dança tribal? Estou pensando seriamente...

Em resumo, um ano “saludable”! Um ano saudável!
Beijos!
Claudia

P. S.: Eu só desejo que algum dia, algum de vocês que leram este texto, não me peguem afundada em algum prato de fritura... Hehehe

lunes, 1 de marzo de 2010

Em Barcelona

Oi pessoal!

Pois é, neste meio tempo eu fui ao Brasil, já voltei a Barcelona e já estou há quase dois meses aqui. Sim, passa rápido!
Aí no Brasil e no Uruguai estive com vocês, minha família e meus amigos! Faltaram visitar algumas pessoas que na próxima ida eu não posso deixar de ver.

Desculpem minha ausência (na verdade eu luto eternamente contra ela aqui neste blog), mas agora volto para escrever.
Realmente, pegar um avião e cruzar o oceano não é tão fácil e rápido para o nosso corpo. Ele custa a entender o que está acontecendo. Se pergunta em que tipo de máquina ele entrou que o deixou tão atordoado e necessita achar forças para se situar espacialmente... Isto fora as questões de temperatura, horários, costumes... tudo! E considerando o detalhe de que peguei mais aviões dentro do Brasil e para ir ao Uruguai... Ufa! Agora sim meu corpo está mais situado. (Bom, preciso explicar que não me situei só agora, mas que em uma semana já me havia situado, claro.) O importante é que vi minhas pessoas tão queridas aí! Isso é o essencial!
Agora estou aqui, do outro lado do oceano. E com a alma alimentada pelo amor de vocês.
As coisas vão bem, graças ao Universo! Trabalho... Estão surgindo coisas, o que é muito bom! O tempo... Sim, fez frio! Frio demaaais há duas semanas. Mas agora o sol vem sendo uma presença mais constante nos nossos dias. Igual eu estava adorando o frio! Sei o quanto o pessoal em Porto Alegre está sofrendo com o calorão! Só desejaria todos vocês aqui! No mais, o Universo se encarrega de seguir o movimento das energias onde eu busco atuar.
Aqui estou com uma promessa de mantê-los mais informados.
Um beijão!

Claudia