domingo, 12 de diciembre de 2010

E veio a neve...

Um belo dia, em uma manhã de Leeds, chegou a neve...
Esta é a vista do meu quarto.


Esta é a vista da frente da casa.


No caminho à escola de Mayowa.


Na parada de ônibus, esperando...


A beleza das árvores.


O caminho com meus pezinhos congelados.


E alguns dias depois, a coisa piora...


Cadê a calçada? Hummm... acho que dá pra ver uma bordinha...


Óbvio que eu não saí de casa, né?


E num cair de tarde, a beleza do pôr-do-sol...


Estas fotos são de duas semanas atrás, mais ou menos. No início, caminhar na neve é o máximo! Ela é fofinha e a gente vai escutando um barulho a cada passo que esmagamos a neve. Depois que a neve cai, ela é tão achatada que passa a virar uma pista de patinação. Aquela camada dura de gelo... fantástica para escorregar e cair! Aí a gente vai caminhando devagarinho e qualquer desequilíbrio a gente começa a "dançar"... Hehehe

domingo, 5 de diciembre de 2010

England

Eu nunca vou morar em um país em que a língua materna é o inglês. Eu não consigo me imaginar nesta situação!
Sim, a vida é realmente curiosa. E pode nos pregar uma peça se dissermos que jamais faremos algo...
Agora eu estou aqui na Inglaterra e já se passaram mais de dois meses! Minha primeira cidade foi Brighton. Foi surpreendentemente rápida a minha estada lá, porque eu estive somente por dois dias na casa da Jacque. Foi maravilhoso! Ela e o Martin foram super atenciosos comigo. Porém, tive sorte de conseguir um trabalho e me fui para Londres. Lá eu conheci a Bianca, amiga do João, e isso foi fantástico! Nos identificamos desde o primeiro dia e ela foi maravilhosa passeando comigo, me apresentando Londres e os seus amigos. Londres é realmente magnífica! Existe algo mágico no centro da cidade e algo pitoresco nos bairros tipicamente londrinos que é melhor dar uma passada para conferir. Eu estive lá (morei?) por três semanas. O mais incrível é que neste tempo fui a um chá de fraldas e em um encontro budista! O chá de fraldas foi do irmão da Nayara que morou comigo (ops, dele e da esposa dele, claro!). Adorei, Ceci! Eu vi fotos da menina que nasceu faz pouco e ela é muito linda! E o encontro budista... Obrigada de novo, Bianca! Foi realmente uma experiência sublime. A Bianca me proporcionou um encontro com muita energia e luz. Conheci pessoas acolhedoras que me receberam e me dedicaram uma atenção notável. Conheci a Leena que nunca vou me esquecer das primeiras bonitas palavras que ela me disse. Quando me desculpei pelo meu inglês pobre, ela me retrucou que não importava, pois a língua mais importante é aquela em que se usa o coração. Aos demais, a cada um que esteve comigo, mesmo que por poucos minutos, digo que foram todos muito especiais; são almas iluminadas.
Foi por pouco tempo que estive em Londres, mas de fato morei lá.
Reconheço que tudo o que vivemos vem até nós para ensinar-nos algo. E contrariando o meu pensamento sobre nunca morar em um país em que a língua principal é o inglês – na verdade, acho que isto sempre foi um medo de enfrentar tal situação – eu realmente estou morando aqui por um período e estou bastante agradecida cada dia. Está sendo uma experiência magnífica e como toda nova experiência – confesso que agora me convenci de que sempre estou buscando desafios para mim – isto inclui um interessante processo de aprendizagem. Muitas vezes, no início, isto me assusta, mas eu realmente gosto de me sentir em apuros (ai, ai, Claudia...). Quero dizer, todo o processo inicial em uma nova vida envolve a adaptação à nova cidade, o idioma, os costumes e o processo de conhecer novas pessoas. Se tiveres a mente aberta para todas as oportunidades que a vida te dá, isto será uma incrível experiência.
Agora estou em Leeds, uma cidade ao norte da Inglaterra, West Yorkshire. Estou há quase dois meses aqui e o tempo passa voando. Uma das coisas que faz o tempo passar devagar é o frio. Aqui é muito mais frio que em Barcelona, definitivamente. Mas está sendo um inverno peculiar em minha vida. Estou vivendo a neve caindo...

miércoles, 8 de septiembre de 2010

Standby

O tempo passa muito rápido. E num desejo de dar maior ênfase a esta velocidade, dizemos que o tempo voa. É como quando estamos parados numa estação e um trem passa sem parar. É um momento. É intenso e arrebatador. E não necessariamente devemos criar mil acontecimentos como quem relaciona isto com aproveitar a vida avidamente, mas a vida torna-se interessante se nos permitimos ter mil coisas a serem sentidas.
Às vezes tentamos nos convencer que determinadas coisas já não são mais para a nossa idade. E por que isso? Como se estivesse escrito em algum lugar até que idade se pode fazer tais coisas. Faz pouco estive em um aniversário em que a pessoa comemorava os seus 56 anos. E ele disse à mesa: “Eu estou na metade da minha vida”. E o disse muito convincente e com alegria. Logo, continuou: “No ano passado eu também estava na metade da minha vida. Ano que vem também vou estar. Seria muito chato se eu vivesse a vida contando quanto me faltaria. Eu não viveria da mesma maneira. Por isso, eu sei que estou na metade da minha vida.” Então? Alguém me (te) ousaria dizer que não estou (estás) na idade para realizar uma vontade minha (tua)? Sabem aquele trem veloz que passa como o tempo? Mais vale a pena estar dentro dele. Eu resolvi mais uma vez entrar no trem. Estou deixando Barcelona em standby e estou indo para a Inglaterra. Isto mesmo! Estou indo para Brighton! :)
Then... see you later!

viernes, 3 de septiembre de 2010

O Retorno de Venvai...

Hummm… Reconheço que sumi de novo. Uf, a pessoa quer fazer mil coisas ao mesmo tempo e na verdade não dá conta de tudo! Poxa! Conferindo aqui, a última vez que escrevi foi em abril! Ui! Sem comentários...
Realmente mil coisas aconteceram nestes quatro meses. Alguns outros almoços que acabei não relatando antes; a minha mudança de apartamento (casa nova, vida nova... isto dá tema para um novo texto); trabalhos; praia; o convívio com um novo grupo, os “Castelleres” (isso é mais um tema para outro texto, claro), que me trouxeram mais novas amizades; e novas perguntas que ando me fazendo...
E, primeiro, para não ficar pendente, vou relatar aqui nossos almoços posteriores aos descritos aqui. Que na verdade faz muito tempo que fizemos, mas antes tarde do que nunca, não é?
Relato aqui quatro almoços: convivendo com o mundo marinho, entre camadas e queijos, peixada da Ju e batatas recheadas com camarões.


Convivendo com o mundo marinho
No fim de semana do dia 18 de abril (ai, sem comentários sobre o atraso...) fizemos um almoço tão completo que com medo de que faltasse comida, entrou um yakissoba no meio! Nem preciso dizer que exageramos... Normal.
Fizemos “mexilhões com molho branco” e “endívias com camarões a la belga”.
Um dos momentos mais agradáveis de cozinhar é o prévio à preparação das refeições. O que eu falo é sobre a ida ao mercado, o que realmente é um passeio fantástico! O mundo inimaginável dos mercados! O Sergio e eu fomos até lá e percorremos seus corredores à procura dos mexilhões em meio ao que os nossos olhos iam encontrando e se encantando através das variedades, cores e burburinhos das senhoras e senhores com seus carrinhos de compra, num lugar onde o tempo para e devemos, sim, desfrutar do passeio e da experiência dos que vivem e convivem em um mercado. Ficamos numa “fila” em uma grande peixaria. As funcionárias trabalhavam agilmente, não deixando de serem atenciosas e ao mesmo tempo explicando a todas as dúvidas dos clientes. Tudo é muito sociável. Cada pessoa que chega pergunta aos demais quem é o último e a fila é na verdade um aglomerado de gente olhando para a banca de peixes como se estivessem vendo um partido do Barça... E todos compartem este momento de espera. Percebemos que o fim de semana é realmente a ocasião das avós e dos avôs prepararem os grandes almoços em família. E a quantidade de pedidos de diferentes tipos de mariscos é impressionante, tanto que o Sergio e eu ficamos imaginando o que elas cozinhariam e cogitamos pedir a uma das abuelitas para irmos até a casa dela e desfrutar de um saboroso almoço caseiro. Ai que vontade!
Quando chegou a nossa vez, pedimos os mexilhões. Por primeira vez, comprávamos mexilhões. Alegremente, a vendedora nos explicou como conservá-los na geladeira para que eles fossem preparados no dia seguinte.
E no domingo, na hora do Sergio lavá-los... Descobrimos que eles estavam vivos! Sim!!! Nós não sabíamos desta surpresa! À medida que o Sergio ia lavando os mexilhões, eles se sentiam atacados e fechavam vagarosamente suas cascas! Caraca! “E vocês vão comer isso?” dizia a Nayara. Hehehe Sim! Comemos! E estavam ótimos. E além dos mexilhões, preparei um prato com endívias (acho que eu nunca comi isso no Brasil, não lembro bem...) que levavam camarões e um molho muito saboroso. Também entrou o maravilhoso Yakissoba que a Juliana fez. O almoço foi realmente substancioso!
E de sobremesa, a Nayara fez uma maravilhosa torta que eu nunca me lembro o nome, mas servem vários: vestido colorido, vestido de noiva, maravilha de morango e outros que também estão valendo. É feita com leite condensado: uma camada de brigadeiro, uma de leite condensado sem chocolate e morangos!!! De-li-ci-o-sa! E ainda mais com um toque muito especial da Claudia... Assim como da outra vez eu derramei todo o suco que eu tinha feito e deixei todo mundo de água na boca, desta vez também fiz uma... E das piores! Querendo ajudar a ajeitar a cozinha, resolvi guardar as coisas no armário... E bem na hora em que a Nayara acabava de preparar a torta, ao colocar um copo dentro do armário, bem sobre o prato do doce... Coloquei mal o copo e ele veio, com toda a força da gravidade e caiu do lado do prato, estourou - claro! – e mil caquinhos se foram para todos os lados! Inclusive na tortaaaa!!! Que ódio que me deu! Foram pouquíssimos segundos, mas pareceu muito mais... Eram os três, a Nayara, o Sergio e eu, olhando para a torta com decepção e pensando “Não vai dar pra comer... Putis, mas de repente dá pra comer!” E na real eu acho que a Nayara também pensou: “Eu vou matar a Claudia!” Hehehe Resumindo, fizemos uma operação resgate de caquinhos que foi finalizada com uma análise da capa superior com uma lanterna: “se não brilhar nada é porque já não tem mais caquinhos” – operação do Sergio. O almoço foi delicioso! E na hora da sobremesa, comemos a torta tirando a camada de cima, mas o Sergio comeu como estava... Feliz dele que saboreou tudo e nada aconteceu com ele! Hehe







O almoço do dia 24 de abril foi o... Entre camadas e queijos
Este almoço foi ótimo, mas não teve nada de muito especial para ser relatado aqui como foi no anterior. Fizemos uma “lasanha de tomate e mussarela”. De entrada, tivemos uns canapés (palavra chique, né?) com molho de azeitona preta decorados com tomate. E para acompanhar, uma salada verde básica. Após o almoço, reinou um excelente café feito pela Juliana... Decorado com chantilly, chocolate líquido e o acompanhamento de uma bolachinha. Delicioso de verdade!





Peixada da Ju
Também deixo aqui registrado o almoço do dia 09 de maio em que a Juliana preparou para todos nós do apartamento uma peixada! A Ju é de Recife e este é um prato que se come bastante lá. Só posso dizer que é maravilhoso mesmo! A peixada foi acompanhada de arroz e pirão! Estava com um toque docinho, com leite de coco, que a Juliana achou que estava mais doce do que o normal, pois aqui é difícil encontrarmos exatamente os produtos como estamos acostumados. Eu que sou um avestruz e além disso adoro doce com salgado, comi e repeti! No almoço e depois... hehehe



Batatas recheadas com camarões
Este foi o almoço do dia 15 de maio. Este foi um almoço em que não estávamos todos em casa, mas que eu estava com tanta vontade de preparar que lá fui eu para a cozinha com a ajuda do Sergio. Fizemos batatas recheadas com cebola, tomate, pimentão e camarão. Ficou ótimo! Bem modesta... hehehe!



E por aí acabaram nossos almoços coletivos no apartamento (piso, como dizemos aqui) da Pisuerga... No final de julho deixamos o “piso”, mas aqui e nas nossas memórias ficam as nossas lembranças. Hummm... Faltou falar das nossas sessões de cinema Jacques Tati com pão de queijo feito pelo Sergio! Não é mesmo, Sergio?

miércoles, 21 de abril de 2010

Tanta ganância que nem dá pra acreditar...

Em dias de feriado, nada melhor que retomar a história e relembrar o que de fato estamos “comemorando”. Ou quiçá relembrar porque hoje agradecemos por termos uma folguinha do trabalho – para vocês que estão no Brasil, claro.
Hoje parei para ler mais algumas páginas do livro “Las Venas Abiertas de América Latina” do Eduardo Galeano que até então era livro na fila de espera e faz pouco se tornou o livro que me acompanha. E curiosamente as páginas que li faz pouco falam da grande fase de Ouro Preto e demais cidades mineiras. Delírio e esbanjamento como diz o autor. A tão imponente “idade do ouro” moveu trezentos mil portugueses para esta região e nada mais nada menos que dez milhões (sim!) de negros trazidos de Luanda, Angola e da costa da Guinea para servirem aos senhores mineiros - como uma maneira mais delicada de dizer escravidão. A busca insaciável do ouro e logo depois dos diamantes - que antes eles pensavam que eram apenas “pedras cristais” – levou a uma ambição incalculável onde valia comprar negras para servirem de amantes, negros mais vigorosos para que suportassem mais tempo de trabalho dia e noite e sem deixar de esquecer uma recompensa - em ouro, claro - a quem retornasse a cabeça cortada de um escravo que resolveu escapar. Ser padre era uma desculpa para usurpar ouro de uma maneira mais fácil já que em 1705 não havia um que realmente estivesse “disposto a interessar-se pela fé Cristiana do povo” como cita Galeano. Tal fato estava sendo tão descarado que a “nossa cabeça”... ops, a Coroa, proibiu a fundação de qualquer outra ordem religiosa na região.
Riqueza súbita, luxúria, cobiça. Fortunas, vida pecaminosa, ganância. Do outro lado da moeda, fome, trabalho desumano, desrespeito e submissão. Minas de ouro como locais de suor, terra úmida e fria, trabalho constante, doenças e morte. Morte de muitos para delírio de poucos. “A maior quantidade de ouro até então descoberta no mundo foi extraída no menor espaço de tempo.”
O mais curioso de tudo isto é que todo o ouro levado daqui para a nossa Coroa na verdade só ia de passagem, pois seguia caminho para a Inglaterra em troca de tecidos (ô troca sem vergonha, hein! Até parece um programa que eu me lembro... “Quer trocar isso por isso?” “Siiim!”). Tudo isto se deveu ao Tratado de Methuen que Portugal firmou em 1703 com a Inglaterra. Ouro este que ajudou os ingleses, de maneira considerável, a investirem em desenvolvimento industrial e no setor manufatureiro, coisa que o Brasil tinha a faca e o queijo na mão para poder realizar, mas... Posteriormente, isto ajudou muitíssimo a que a Inglaterra pudesse enfrentar Napoleão, tudo graças a Portugal. Conquistar era uma coisa, ser esperto em cima das conquistas dos demais já era outra. Mas mesmo assim, no Convento de Mafra em Portugal brilha o ouro de Minas Gerais.
E por trás de toda este panorama está José Joaquim da Silva Xavier, o “Tiradentes”, que junto com demais inconfidentes lutaram pela independência desta região, tendo em troca ser enforcado, mutilado e ter as partes do seu corpo expostas em diversas cidades. Era o poder reafirmando suas forças perante as rebeliões. Mas o que vale é relembrar sua luta constante pelo povo de Vila Rica.
O que falo aqui não é assunto novo nem tampouco fato para ser rememorado com intuito rancoroso. Mas sim faz parte de uma história que devemos "re-conhecer". E lembrar que uma luta contra a submissão é direito de qualquer povo. Talvez a nossa antiga Coroa admirasse tanto fazer pactos de maneira gananciosa com demais potências que resultou em presentear suas conquistas. Como o velho ditado que diz: “entregou o ouro para o bandido.” Bandidos e bandidos... Cada um da sua forma, mas na esperteza ainda não sei se “ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”, mas que tem uns bons anos de vantagem tem sim. E da próxima vez não vale faltar à aula de estratégias de governo.

Claudia Etchepare

Citações do livro: As Veias Abertas da América Latina, Eduardo Galeano

lunes, 29 de marzo de 2010

Salmão, coisa chique!

Seguindo a empolgação de comer bem no sábado, este fim de semana caprichamos! Fizemos paquetitos de salmón con salsa tártara (pacotinhos de salmão com molho tártaro) e de sobremesa peras cocidas con miel, limón y especias (peras cozidas com mel, limão e especiarias). Não preciso dizer que foi muito bom, né? E nem preciso comentar que agora sim me lembrei de tirar fotos!





Além disso, a sensação da cozinha agora é o liquidificador que eu comprei! Neste sábado, junto com o almoço, eu fiz um suco... Ele aparece bem bonito nas fotos, na jarra do liquidificador. Só nas fotos, porque deu um pequeno probleminha... Fui colocar de novo na base pra bater, já que tinha ficado muito espesso, e tive a capacidade de, ao girar para tirar a jarra da base, ver o suco inteirinho se esvair por baixo... Aaaaahhhhh!!! Ficamos sem suco... Mas de tarde voltei no super e comprei o que faltava pra fazê-lo de novo e assim tomarmos. Eu sou teimosa! Hehehe
A receita do suco é: 4 kiwis, 200gr de abóbora - pasmem! -, 1 banana e água... E ficou ótimo!

P.S.: Atenção... devido ao grande número de solicitações para comparecimento nos nossos almoços, favor avisar com antecedência para uma reserva prévia... A agenda dos sábados está lotada! Hehehe
Beijos!

domingo, 28 de marzo de 2010

Vai uma sopinha aí?

Ter mais tempo livre faz com que a pessoa se dedique a coisas que são do seu agrado. Assim, comecei a me dedicar à realização de pratos diferentes no que diz respeito à culinária. Isso vem acontecendo desde que vim pra cá pra Barcelona. E no último mês me surgiu a idéia de começar a preparar pratos de uma determinada revista que compro aqui e que são receitas muito boas! O Sérgio, que mora comigo aqui no apartamento, também se empolgou com a idéia e começou a participar. Por isso, de tanto em tanto vou ir postando nossos deliciosos e novos pratos. Isto não vai se tornar um blog como o da Julie do filme Julie & Julia, afinal isso vai ser feito somente nos sábados e não diariamente (o que não quer dizer que eu não cozinhe quase todos os dias, normal) e, além disto, aqui no blog eu escrevo de tudo um pouco.
Há uma semana eu preparei uma sopa creme de alho-poró com amêndoas e depois fizemos trutas com limão e amêndoas também. Acho que a fome era tão grande que sentamos para comer e me esqueci de tirar as fotos do peixe! Só me lembrei da sopa que como ainda não estava pronta, comemos depois.



Ficou tudo muito bom! O detalhe é que na receita do peixe dizia para preparar quatro trutas, o que seria uma receita para quatro pessoas. Fizemos quatro, sim. E comemos duas cada um! Hehehe Ou comemos muito ou eles que se enganaram na proporção...